Jardim de Maio [Novel]

A herança de Vanessa, após a morte de seus pais, era uma montanha de dívidas e um casamento arranjado. Seu tio ganancioso a vendera avidamente para ser a mais recente noiva de um conde idoso. Para romper o noivado, ela precisava de um escândalo. Um escândalo verdadeiramente terrível, que absolutamente arruinará sua reputação, *** “Vanessa.” “…” "Acha sua vida tão tediosa assim?”, perguntou ele, incrédulo, “Para escolher desperdiçá-la se envolvendo com alguém como eu?”

Capítulo 46 - +18

Capítulo 46 - +18

Tradução: Emma

Capítulo 46


Ele riu da reação dela, depois gemeu, um som gutural arrancado de sua garganta. A pressão insuportável despedaçou o resto de sua compostura e paciência. Engolindo um palavrão, investiu nas profundezas dela em um movimento rápido. Seu osso pélvico duro bateu contra a carne molhada dela com um som obsceno.

— Ah, hnn… — Ele exalou lentamente. A sensação nela era incrível. Era ao mesmo tempo semelhante e diferente do abismo consumidor que ele havia imaginado. Quentes e cremosas, maleáveis e escorregadias, texturizadas e apertadas, as paredes internas dela pulsavam ao seu redor.

Ele ficou impressionado com o quão pequena, delicada e macia ela era. Sentia como se pudesse esmagá-la com uma única investida vigorosa. Ele respirou de forma trêmula e segurou os quadris dela, deixando marcas vermelhas em sua pele pálida enquanto lutava para manter o controle.

Isso é demais? ele se perguntou. Ela vai ficar machucada? Ela sentiu tanta dor apenas com a penetração. E se eu a machucar quando me mover?

Vanessa, alheia à luta interna dele, apenas arquejava e tremia. Cada contração de suas paredes internas, como se tentasse cortar a fonte de sua dor, enviava calafrios através dele. Theodore engoliu em seco.

Cada ponto de contato era uma fonte de estimulação. Cada vez que as paredes macias e inchadas dela ordenhavam seu membro, um calafrio corria por sua espinha. O suor se acumulava e pingava por seu pescoço tenso, pelas costas, peito e abdômen. Quanto mais ele ficava coberto pela umidade dela, mais rápido seu controle escapava. Ele instintivamente começou a se mover, uma investida rasa, e a voz de Vanessa subiu de tom.

— Ha, nn…! — Ele segurou as mãos pequenas dela enquanto ela empurrava o peito dele, prendendo-as. Conforme ele investia profundamente, ele viu faíscas. Ele arquejou, a imagem de fogos de artifício explodindo que ele vira uma vez de um navio piscando sob suas pálpebras.

— Ah. — Cada sensação que ele podia vivenciar como ser humano concentrou-se em um único ponto. Suas nádegas e coxas se contraíram, seus quadris e abdômen se tensionaram, as veias em seu pescoço e mãos se destacaram. Cada músculo tenso em seu corpo pulsava em sincronia com sua ereção latejante, presa dentro do calor escorregadio dela. Sua mente ficou em branco quando a doce sensação chocante dela se contraindo ao redor dele o dominou.

Ele investiu fundo, erguendo a estrutura leve dela com a força de seus quadris. Um tremor entrou na voz de Vanessa. Ele engoliu um gemido. Mais e mais uma vez.

— Ah, hm… M, hm… Ah, hm! —

Tão bom, tão absolutamente avassalador. Sua espinha formigava, seus sentidos cambaleavam. A sensação chocantemente doce dela se contraindo ao seu redor o dominou.

Abandonando qualquer pretensão de controle, aumentou o ritmo, recuando totalmente e depois batendo com força contra as paredes inchadas dela. A sensação da carne molhada dela se pegando no seu membro grosso o fez entrar em espiral.

Ele se prendeu aos seios dela, sugando-os na boca até que doessem. Ele mordeu o mamilo dela, e a cintura trêmula dela se arqueou para fora da cama. Era tudo tão primitivo, mas cada sensação era inebriante.

Ele queria a perguntar, a mulher arquejante sob ele, por que ela era diferente. Por que não era repulsiva, entediante ou desagradável, como todas as outras que o haviam desejado. Por que ele, de todas as pessoas, a ansiava como qualquer homem comum.

— Riv-er… Devagar… Hm! Por favor… Hm, ah…! — Os apelos dela apenas alimentavam o desejo dele. Ele separou os lábios dela e empurrou os dedos para dentro, a saliva acumulada escorrendo pelo queixo dela. A língua pequena dela, sugando instintivamente os dedos dele, estava quente e molhada.

Ele rosnou um palavrão e acelerou o ritmo. A ponta de seu pênis, que investia implacavelmente, atingiu algo duro. Parecia um novo espaço, ou talvez as paredes internas dela, inchadas de excitação, tivessem se contraído ao ponto da dor.

— Ah, hm, mm! Amm! — Ele esfregou-se contra ela com a cabeça arredondada de seu pênis, e Vanessa gritou. Sua cintura retorcida se arqueou, e ela tremeu violentamente.

Até mesmo essa visão era incrivelmente linda, e igualmente aterrorizante. Theodore segurou o queixo trêmulo dela e capturou os lábios molhados dela com os seus. Enquanto ele investia nela, o gemido choroso dela se dissolveu na sua boca.

Uma estranha possessividade correu por ele. Ele não podia mais negar esse ato, esse fluxo interminável de sensação primal. Talvez soubesse desde o momento em que a viu pela primeira vez que ela o arruinaria completamente.

E agora, ele a recebia de bom grado.



Cada vez que o homem grande se movia acima dela, o corpo dela tremia desamparadamente.