Jardim de Maio [Novel]

A herança de Vanessa, após a morte de seus pais, era uma montanha de dívidas e um casamento arranjado. Seu tio ganancioso a vendera avidamente para ser a mais recente noiva de um conde idoso. Para romper o noivado, ela precisava de um escândalo. Um escândalo verdadeiramente terrível, que absolutamente arruinará sua reputação, *** “Vanessa.” “…” "Acha sua vida tão tediosa assim?”, perguntou ele, incrédulo, “Para escolher desperdiçá-la se envolvendo com alguém como eu?”

Capítulo 45 - +18

Capítulo 45 - +18

Tradução: Emma

Capítulo 45


— E-espera. — Vanessa arquejou, pressionando-se contra ele. — Pode continuar. Eu só fiquei… Um pouco surpresa. Agora… Realmente estou pronta.

Respirando fundo, ela relaxou os músculos que vinham empurrando os ombros dele. Suas mãos, hesitantes a princípio, caíram com um baque suave sobre os lençóis. Com os olhos bem fechados, como se não suportasse ver a si mesma, abriu as pernas um pouco mais, uma declaração silenciosa de sua determinação. Gotículas peroladas de excitação, misturadas com um fluido claro, acumularam-se na abertura.

— A-apenas… Devagar. Esta é… A minha primeira vez. — O rubor em seu rosto, uma mistura de vergonha e excitação, despertou uma diversão estranha, quase cruel, dentro dele. Theodore soltou um som que ficou entre um suspiro e uma risada.

Ela é tudo, menos comum, ele pensou. Um monstro inocente e um espírito desencantado, tudo de uma vez. Ele se abaixou lentamente.

— River, ah, nn…

Droga, relaxe… Theodore praguejou mentalmente. A passagem, que já era apertada, estava contraída pela tensão, tão estreita que seu membro seco parecia que iria rasgá-la. Após várias tentativas de entrada, ele desistiu e segurou as nádegas dela, erguendo-a e afastando-as ainda mais. Ele encostou a base de seu pênis ingurgitado contra as dobras macias dela, arrancando-lhe um gemido fraco.

Sua ereção dura, quase como uma arma, esfregou-se contra os lábios externos dela, desde o clitóris inchado até as dobras trêmulas. Ele a provocou, roçando de cima a baixo, e então empurrou para cima em um único golpe. O fluido claro que havia se acumulado ali salpicou com a fricção.

— Ah, haa, ah… Ah… — As sensações desconhecidas mudaram a qualidade de seus gemidos. Ele mordiscou a nuca branca dela, que pendeu para trás contra os lençóis. Seus mamilos, rígidos e corados, espreitavam por entre os dedos dele enquanto ele agarrava seus seios.

Ele massageou os seios dela, continuando o movimento rítmico contra o seu núcleo. A excitação escorregadia que o cobria era satisfatória. O ar ficou espesso e quente, pesado com o aroma misturado deles. A ponta de seu pênis, agora dolorosamente dura, pressionou o baixo ventre dela. Ele segurou seu membro e o esfregou contra a entrada dela.

Os olhos nublados de Vanessa se arregalaram com uma mistura de antecipação, excitação e um vislumbre de medo. Ele segurou os quadris dela com firmeza, impedindo seu recuo instintivo.

— Relaxe.

A pressão intensa arrancou-lhe um lamento enquanto ela se contorcia. A sensação intrusiva de preenchimento, empurrando contra suas paredes internas sensíveis, pairava entre o prazer e a dor.

Ele empurrou para dentro, preenchendo-a completamente. A respiração dela falhou, e o baixo ventre estremeceu de excitação.

— Ah, dói… Dói. N-não, pare… A-ah… — Vanessa arquejou, retorcendo-se sob ele. Seus dedos, agarrando os lençóis, ficaram brancos. Seus olhos cinzentos e excitados rapidamente se encheram de lágrimas. Os dedos brancos de seus pés se curvaram enquanto a tensão dominava seu corpo.

— Relaxe… Por favor.

— Ah, ah… — Ela se contraiu ao redor dele, apertando seu pênis já tenso até parecer que o fluxo sanguíneo iria parar. As veias das mãos dele saltaram enquanto se apoiava. Seu controle tênue se desfez sob o ataque do desejo. Ele rangeu os dentes, forçando-se a respirar uniformemente. Por mais irritante que ela fosse, ele não queria tirar sangue na primeira vez deles.

Então, por favor, ele pensou, Colabore.

Exercendo a máxima paciência, ele moveu lentamente o peso do corpo, com a mandíbula travada. Cada vez que seu pênis ereto empurrava mais fundo, as paredes internas dela se abriam e, em seguida, agarravam-se a ele.

Apenas pela penetração, o suor pingava de seu queixo. Tremores, nascidos do autocontrole, percorriam seu corpo. Ele aumentou o aperto nas coxas dela, deixando marcas vermelhas em sua pele enquanto ela continuava a estremecer. Ela tremia como se ele fosse algo imenso, embora ele ainda não tivesse se inserido totalmente dentro dela. O corpo frágil dela estremecia incontrolavelmente.

— Ah… ha, não, não mais… Não vai… Entrar…

— Tem… Mais.

— Uh, nn…

— Eu só estou… Até aqui dentro. — Ele pegou a mão dela e a pressionou contra seu ventre plano, a pele fina sutilmente distendida pelo formato de seu membro por baixo. Ele mordiscou os dedos dela enquanto ela tentava se afastar, fazendo-a estremecer.