Jardim de Maio [Novel]

A herança de Vanessa, após a morte de seus pais, era uma montanha de dívidas e um casamento arranjado. Seu tio ganancioso a vendera avidamente para ser a mais recente noiva de um conde idoso. Para romper o noivado, ela precisava de um escândalo. Um escândalo verdadeiramente terrível, que absolutamente arruinará sua reputação, *** “Vanessa.” “…” "Acha sua vida tão tediosa assim?”, perguntou ele, incrédulo, “Para escolher desperdiçá-la se envolvendo com alguém como eu?”

Capítulo 133 - +18

Capítulo 133 - +18

Tradução: Amme

Capítulo 133


A cena era ao mesmo tempo caótica e sedutora, lasciva e hipnotizante. Com os olhos turvos pela onda de excitação que o envolvia como um véu, ele observava a mulher se contorcendo sob si.

Ela sempre fora uma mulher propensa a se molhar com facilidade. Mas, naquela noite, desde a primeira penetração, estava excepcional. Desde o instante em que seu membro grosso abrira caminho entre suas dobras apertadas, um fluido escorregadio vinha escorrendo sem parar. Ele segurou seus joelhos, que insistiam em se fechar, e os abriu com firmeza.

O lugar onde estavam unidos, já tendo recebido uma liberação, era uma bagunça de fluidos leitosos. A cada estocada, gotas brancas se espalhavam para cima, depois caíam de volta sobre os lençóis, deixando rastros espessos de umidade viscosa.

— Hnngh... ah...

Ela sempre fora sensível, mas, naquela noite, seu corpo parecia ainda mais quente que o normal — fosse a pele sob suas mãos, a força interna que se agarrava ao seu membro, os fluidos escorregadios que cobriam tudo o que ele tocava.

Enquanto ele investia contra suas paredes internas, as dobras inchadas e excitadas de sua vagina engoliam avidamente seu membro. Mesmo tão molhada, o encaixe ainda era apertado. A cada estocada naquele canal estreito, a cintura esguia dela se arqueava para trás.

Os músculos trêmulos de sua paredes se contraíam em protesto contra os movimentos implacáveis, apenas para ceder de novo, sem ganhar nada com isso.

— Por favor... d-devagar...

Ele agarrou os seios dela, onde o luar se espalhava como gotas leitosas. Enterrando o rosto neles, sugou com força os mamilos rosa-pálidos, como se fossem alguma fruta doce e macia. Diante do som vulgar da pele sendo sugada, os olhos de Vanessa estremeceram mais uma vez.

— Ha... nngh... ah...

Os lábios molhados de saliva dela se entreabriam intermitentemente. Os gemidos que vinha reprimindo finalmente escapavam docemente de sua língua. Fosse de vergonha ou êxtase, sua mão esguia, pálida mesmo na escuridão, cobriu o rosto em brasa.

— Não... se esconda.

Ele entrelaçou os dedos imediatamente com os delicados dedos dela, pressionando o dorso da mão dela contra os lençóis. Através das pálpebras mal abertas, os olhos dela, embriagados por um prazer nebuloso, escureciam.

Sempre que encontrava aquele olhar, um êxtase vertiginoso crescia dentro dele. Engolindo um gemido que parecia esmagá-lo, segurou o queixo de Vanessa. E então pressionou os lábios contra os dela, macios e cedentes, familiares.

Beijou-a até que a respiração lhe falhasse, até que sua rendição se suavizasse em gemidos. A língua dele torcia e pressionava, entrelaçando-se com a dela sem perder o ritmo da respiração, até que o corpo inteiro dela relaxasse.

— Hah— ngh...

O ar sufocante e úmido roubava-lhe o fôlego. Por fim, os lábios molhados e escorregadios deles se separaram. Úmidos, quentes e crus. Ao longo da coluna dela, retesada como a corda de um arco, arrepios se espalhavam em ondas.

Talvez não fosse o calor do verão, mas a mulher que o apertava com tanta força que parecia prestes a cortá-lo ao meio. Vanessa, aquela mulher ingênua e tola que, depois de todas as noites juntos, ainda não aprendera a relaxar.

— Vanessa... relaxa um pouco...

Ele também não tinha presença de espírito para sussurrar gentilmente. Pressionando beijos na testa e nas pálpebras da mulher, como quem tenta convencê-la a respirar, sentiu o aperto implacável dela finalmente aliviar. Devagar, acariciou os ombros e a cintura tensos dela.

Com a bochecha contra o pescoço do homem, ela ofegava, os olhos úmidos piscando. Em um sussurro febril, ela respirou.

— Nngh... Ri...ver...

Ele sorriu de leve e separou as coxas cerradas dela. Em um só movimento, enfiou fundo seu membro latejante, quase explodindo. As paredes dela, que por um instante haviam relaxado a guarda, agora se agarravam a ele impiedosamente, como que tentando expulsá-lo.

Era tão bom que ele pensou que poderia morrer. A cada vez que cerrava os dentes e investia, a carne madura e cedente dela nunca secava, o fluido continuava correndo.

— Nngh... ngh... — As mãos pequenas de Vanessa tateavam o corpo dele de forma comovente, buscando algo a que se agarrar enquanto o prazer turvava seus sentidos.

Dos ombros duros como aço até o abdômen rígido, o abdômem definido, os ossos do quadril — sem perceber que cada toque só atiçava a fome dele. Theodore segurou com força a cintura esguia dela e investiu para cima, cerrando os dentes contra a nuca pálida dela, perfumada com algo doce.

— Ha... hnngh... nngh... ngh...

Os gemidos que escapavam de seus lábios cerrados eram bem mais suaves que o normal. De vez em quando, quando não conseguia suportar o prazer vertiginoso, ela soltava um gritinho agudo. O olhar ansioso dela disparava em direção à porta firmemente fechada.

— Você ainda tem tempo... para pensar em outras coisas?

Theodore segurou por baixo os quadris pálidos de Vanessa e a ergueu no ar. Abrindo-a bem, expôs o lugar onde estavam unidos, para que até ela pudesse vê-lo claramente.