Jardim de Maio [Novel]

A herança de Vanessa, após a morte de seus pais, era uma montanha de dívidas e um casamento arranjado. Seu tio ganancioso a vendera avidamente para ser a mais recente noiva de um conde idoso. Para romper o noivado, ela precisava de um escândalo. Um escândalo verdadeiramente terrível, que absolutamente arruinará sua reputação, *** “Vanessa.” “…” "Acha sua vida tão tediosa assim?”, perguntou ele, incrédulo, “Para escolher desperdiçá-la se envolvendo com alguém como eu?”

Capítulo 62

Capítulo 62

Tradução: Gheo

Capítulo 62


Ele soltou um rosnado baixo e uma risada abafada, segurando o pescoço delicado dela para virar seu rosto. Suas bocas se encontraram de novo, agora em um beijo desesperado e faminto, úmido pela saliva compartilhada. Ele aproveitou cada gemido suave e a umidade da excitação dela.

Cobriu o seio exposto dela com a mão, roçando o polegar pelo mamilo endurecido. No mesmo instante, os músculos dentro dela se contraíram ao redor dele em um aperto agudo e requintado. A intensidade repentina turvou sua visão.

Theodore inspirou profundamente enquanto suas coxas se contraíam, o fôlego roubado por um instante diante daquela sensação avassaladora.

– Ha…

Ele exalou, um longo suspiro trêmulo, e arqueou as costas. Ao afrouxar o aperto, Vanessa desabou de volta na cama.

Será que ela sequer se dava conta do que tinha feito com ele? Theodore cobriu a mão pálida de Vanessa, que continuava agarrada aos lençóis, pressionando-a contra a cama. Até mesmo aquela leve mudança de peso aprofundava a penetração.

– Hum…

A grossa glande de seu pênis roçou em seu ponto mais sensível. Ele moveu os quadris lentamente, arrancando um gemido suave de seus lábios. Os gemidos aumentaram, transformando-se em gritos ofegantes enquanto ele continuava.

River inclinou a cabeça, mordiscando a pele exposta do pescoço de Vanessa, fazendo com que uma risada baixa escapasse de seus lábios.

– Você gosta disso, não é…

– Ah!

– Tão fofa, o jeito que você treme... É tão quente e molhada quanto sua linda boca.

Seu pau, duro como uma rocha, se movia dentro dela, acariciando e provocando, buscando deliberadamente os pontos de maior prazer. A excitação dela o envolvia, com seu corpo inchando e pulsando ao redor dele.

Ele agarrou seus quadris, abrindo-os bem, expondo as delicadas dobras rosadas ao seu olhar, ciente da vergonha que isso causava em Vanessa. Saboreando o calor e o tremor de seu corpo, retirou lentamente seu pau, para depois penetrá-la novamente com um único movimento rápido.

– Ah!

Um grito agudo e doce ecoou pelo pequeno quarto. Assustada com o som da própria voz, Vanessa arregalou os olhos e mordeu o lábio. Como se pressentisse sua intenção, os dedos dele separaram seus lábios, deslizando para dentro de sua boca. Como se a estivesse desafiando a mordê-lo.

O breve prelúdio do clímax roubou-lhe a razão. Ela levou os dedos dele à boca, o corpo tenso em uma expectativa requintada. Ele riu baixinho, deliciando-se com a sua entrega, e a penetrou com força, afundando-se profundamente nela. Todo o peso do seu corpo a pressionava, enquanto ele alcançava aquele ponto sensível repetidas vezes.

Faíscas incandescentes de prazer explodiram atrás de seus olhos. Seu corpo trêmulo se contraiu, tomado pela sensação. O calor dele a preencheu, esticando-a, abrindo um novo caminho através de suas paredes úmidas.

Gemidos escapavam de seus lábios entreabertos, um fluxo contínuo de sons. O prazer aumentava cada vez mais, ameaçando dominá-la completamente.

– Oh… Ah… Ah!

As pálpebras de Vanessa se abriram, úmidas de lágrimas. No canto do quarto, um espelho rachado refletia seus corpos unidos em uma visão lasciva. Ela estava arqueada sob ele, com o rosto corado de prazer, enquanto ele a possuía. Até uma cadela no cio teria mais decoro.

– River… mais devagar… por favor…

River Ross a apertou ainda mais enquanto ela se aproximava do clímax. Mesmo naquele abraço animalesco, ele era belo, como um deus. Como algo saído de uma pintura de catedral, sagrado e profano ao mesmo tempo.

– Oh… Ah!

Os dedos dele apertaram os quadris dela, abrindo-a ainda mais. Os ossos rígidos do quadril dele bateram contra a curva macia das coxas dela, produzindo um tapa seco e obsceno.

O sêmen dele a preenchia, intensificando o calor dentro dela. O prazer, que começara como uma suave ondulação, agora a invadia como uma onda gigante. Ela chorava e arfava, seu corpo se contraindo e relaxando ao redor dele, um instinto primitivo de sobrevivência, mesmo que isso significasse incentivá-lo ainda mais.

Os movimentos dele ganharam velocidade, mais rápidos e frenéticos. Ela pôde sentir a onda de prazer dele enquanto suas paredes úmidas se apertavam ao redor de seu membro. Ele se tensionou e ficou imóvel, o corpo completamente rígido.

Então, com um tremor que se dissipava, uma onda quente de prazer irrompeu dentro dela.