Casamento Predatório [Novel]

A Princesa Leah escreveu uma nota de su*cídio antes de seu casamento. Foi porque ela tinha certeza de que morreria após a noite de núpcias; um fim miserável para uma princesa que dedicou sua vida ao país e à família real. Mas antes de desistir de sua vida, Leah planejou sua última vingança para a família, uma que certamente os deixaria em ruínas mesmo depois que ela se tornasse um cadáver frio. Ela os envergonharia por ser uma noiva não virgem. "Por que você jogou fora sua primeira experiência? Você não quer apenas fugir?" "Eu... eu quero morrer." Leah impulsivamente confidenciou ao homem com quem dormiu por uma noite.

Capítulo 9

Capítulo 9

A mulher, já encharcada, recebeu-o dentro de si, dessa vez sem resistência. Não era só isso. Ela o sugou com voracidade, a carne latejando sem parar, estimulada pela excitação anterior. Sentiu vergonha, estranha ao próprio corpo, fora de controle.

Como se não bastasse, ele deslizou as mãos de suas panturrilhas até as coxas e, em seguida, agarrou-lhe o traseiro com firmeza.

Ele penetrou o mais fundo que pôde, sabendo muito bem que as mulheres encontravam o maior prazer naquele ponto específico.

“Ahhh… !” O corpo dela tremeu de espanto.

O homem deu-lhe uma palmada leve no bumbum, deixando a marca da mão como se a repreendesse.

“Fique quieta”, ele a tratou como uma criança. Entrecerrou os olhos enquanto ela o encarava com os olhos cheios de lágrimas. Murmurou algo em uma língua que ela não entendia. Era a língua Kurkan.

Então, jogou o cabelo suado para trás da cabeça. Deu um breve aviso — tocando seus quadris brancos e avermelhados e logo os apertando — um sinal claro de que estava apenas começando.

“Pare de me olhar assim.”

Ela não entendeu o que ele estava dizendo. No entanto, não teve chance de perguntar, pois ele agarrou seus quadris — sua cintura fina se contraindo enquanto ele a penetrava com violência.

Com o manuseio brusco, Leah sentiu que seu corpo pequeno seria rasgado a qualquer momento.

Ela ficou vermelha de vergonha, principalmente por causa da posição. Sua parte inferior estava no ar — uma posição desconfortável em que sua cintura estava quase dobrada e suas coxas pressionadas contra seu torso musculoso. Enquanto isso, seu membro grosso e longo esfregava contra sua pele interna sensível.

“Ah! Uhmm… Ahh!”

De repente, um som gutural chegou aos seus ouvidos. O homem bruto gemeu de puro prazer enquanto suas entranhas se contraíam e tremiam. Veias azuis surgiram em seu pescoço enquanto sua mandíbula enrijecia.

Com sua força imensurável, tornou-se fácil para ele agarrar suas pernas e abri-las mais para ter mais acesso. Leah gritou freneticamente.

“Oh! Ahhh! Você… você está muito rápido!”

Contrariando seus pedidos, o homem não pareceu diminuir o ritmo. Nos segundos que se seguiram, nenhum dos dois disse uma palavra — apenas respirações ofegantes, soluços, choros e gemidos encheram o quarto.

Aninhando a cabeça na curva do pescoço dela, Leah mordeu-lhe o ombro com força e arranhou suas costas com as unhas. Quando se tornou insuportável, seus dentes se afundaram na linha do pescoço exposta do homem. Logo, ambos cruzaram os olhares.